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Como consegui meu intercâmbio

12 de agosto de 2013

Oi meninas, tudo bem?

O post de hoje vai contar um pouco sobre a minha experiência de intercâmbio, como eu consegui realiza-lo, na verdade. Bom, pra quem ainda não sabe, eu fiz um intercâmbio de um semestre na Michigan State University, em East Lansing, Michigan; ao norte dos EUA, o estado que parece uma palma de mão.

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Faço Ciências Sociais com ênfase em ciência política e no período em que estava no meu quinto semestre, surgiu um edital de intercâmbio chamado CAPES/FIPSE para trabalhos em cooperação entre a minha universidade e a MSU. O meu edital era para realizar uma espécie de estudos/pesquisas colaborativas sobre Globalização, e pedia especificamente alunos do meu curso, de economia e de geografia. Então eu tive sorte, já que maioria dos editais de intercâmbio que dão bolsas integrais são de ampla concorrência.

Em todo edital existem pré-requisitos, coisas que você tem que ter minimamente, para poder ser homologado no processo de seleção. A maioria dos editais de financiamento de intercâmbio que eu vejo abertos pedem notas altas (acima de 8,0), estar cursando a partir de um determinado período do curso (geralmente a partir do 3º semestre), ter um bom currículo lattes (que é basicamente o seu currículo vitae no meio acadêmico e científico), ter o passaporte (então se você quer mesmo fazer, o primeiro passo é tirar seu passaporte!) e ter um nível avançado ou intermediário da língua, muitas vezes exigindo a comprovação disso como um certificado de formação, ou os certificados emitidos pelas provas de proficiência como o TOEFL dentre outros.

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No meu caso, além desses documentos básicos, eu precisava entregar uma carta de apresentação em inglês dizendo no que o intercâmbio me seria útil e por que eu era merecedora da oportunidade, e também uma carta de recomendação de algum professor da universidade. Parecem ser coisas difíceis de se conseguir, mas ao contrário, é bem simples. O importante, no caso da carta de apresentação, é alguém que revise pra você, né? Tem sempre aqueles erros, causados pelos nossos vícios de linguagem e que acabam passando despercebidos.

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Depois de entregar todos esses documentos, esperei umas duas semanas e saiu o resultado, tinha sido homologada para a segunda etapa, que também era a final, tratava-se de uma entrevista. A maioria dos editais de bolsas tem essa etapa final, que é entrevistar pessoalmente os candidatos para avaliar as respostas e a competência de cada um. As entrevistas eram em inglês, numa sala de reuniões com funcionários da pró-reitoria da universidade responsável pelos acordos internacionais, pelos diretores dos cursos envolvidos e pelos professores coordenadores do projeto. Sim, deu medo estar numa sala cheia de gente e todos atentos à você e suas respostas. Mas o segredo é o mesmo de uma entrevista de emprego, keep calm e venda seu peixe! Eles não esperam que seu inglês seja impecável, mesmo que você seja formado, isso porque a fluência só se consegue no convívio, então tudo bem se você travar, se você falar uma ou outra coisa errada, o essencial é o mesmo de qualquer processo de comunicação: entender e se fazer entendido.

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Mais um tempo depois e saiu o resultado final, havia passado em primeiro lugar e conseguido a bolsa!

O post é contando minha experiência, mas na verdade, é a experiência de muitas pessoas que tentam intercâmbio com financiamento de instituições, sejam elas públicas ou privadas, imaginei que contando como consegui meu intercâmbio, ajudaria quem está tentando. Querem saber mais coisas? Só perguntar nos comentários que eu respondo com todo o prazer! Até a próxima semana!

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